Para fazer eletrotécnica, é preciso gostar de física e matemática

Executivo fala do perfil desejado para quem pretende cursar engenharia

Do JC OnLine

O engenheiro Romero Rêgo, diretor comercial da Koblitz, empresa especializada na geração e co-geração de energia elétrica, falou aos jovens sobre as possibilidades de atuação do curso de engenharia eletrotécnica. O encontro aconteceu na sexta (8).

O executivo foi enfático: "O curso de engenharia requer muita dedicação. No básico (dois primeiros anos), a complexidade das disciplinas de cálculo e física faz com que muitos desistam". Para se ter uma idéia, entram 80 alunos por ano na Universidade de Pernambuco (UPE) e, após os cinco anos do curso, se formam cerca de 50. Mas como afirmou Sílvio Leiming, Os novos investimentos em Suape soam como boa notícia para quem pretende seguir a carreira. "Está faltando bons engenheiros no mercado e as perspectivas de crescimento do País devem estimular quem pensa em fazer engenharia. O setor elétrico, por exemplo, é uma área que está crescendo muito", disse.

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